A manteiga de íris dá aqui o seu grão frio e empoado, o de um salão de palácio onde nada sobressai. O cravo e a cenoura sublinham-lhe a faceta terrosa, a violeta verde ilumina-a, e depois o olíbano da Somália e o vetiver haitiano ancoram-na. Para os dias que pedem calma.